17/05/2009
Reconstrói o ego para tratar de questões mais internas.
É lúdica, uma brincadeira, que reporta a momentos infantis.
Cliente se sente mais valorizado, porque sente que consegue fazer algo de maneira artística.
Quando uma pessoa faz arteterapia, tem uma semelhança com a fase anal, porque ela está produzindo algo. Quando ela vê esse algo produzido, tem sua autoestima elevada, porque percebe que consegue fazer alguma coisa de maneira artística.
Usar o tempo e a arte para tratar o paciente.
Ex.: paciente que pinta quadro – analisar: cores, traço e imagens que usa para produzir o quadro
Um cliente no início usava preto, marrom, cinza, cores escuras = depressão, não desejo de vida, estado suicida. Conforme passava de um quadro para outro, usava cores mais claras, mudando o estado emocional
Fonte: 03/02/2009 – Fátima Mora
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Técnicas | Etiquetado: fase anal, arteterapia, autoestima, ego |
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Escrito por Cecília Queiroz
16/05/2009
O objetivo é buscar metodologia nova dentro de terapias já consagradas como arteterapia associadas à psicanálise e que possam auxiliar as pessoas que:
- custam a se tratar;
- têm pouca motivação para ir à terapia;
- acreditam que o tratamento demora muito;
- pouca melhora.
As oficinas motivam as pessoas para a terapia, fazendo
- vínculo terapêutico;
- laço terapêutico;
- rapport melhor.
Trabalhando de forma lúdica é possível despertar o interesse do paciente e trazer conteúdos dolorosos.
Finalidade: O paciente vai entrar em contato com seus conteúdos internos, inconscientes, dolorosos e difíceis de serem tratados.
As oficinas motivam a pessoa para a terapia. Criam vínculo, estímulo e criam um interesse diferenciado, facilitando a vinda à tona de conteúdos dolorosos.
As oficinas são experimentais e tratam de pacientes com psicopatologia mais complexas.
fonte: 03/02/2009 – Fátima Mora
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Escrito por Cecília Queiroz