Mainardi

10/10/2009

O professor Mainardi era o mestre do Freud.

Ele sofria de histeria.


fonte: Fátima Mora, Leitura I (Leitura da Obra de Freud)




Freud – história

15/06/2009

Sigmund Freud (Viena, 1856 – Londres, 1939)


Psicanalistas

14/06/2009

Estes pensadores se inspiraram na obra de Freud:

a) Karl Gustav Jung

b) William Reich

c) Jacques Lacan

Fonte: Fátima Mora, 10/02/2009


Freud – inconsciente

14/06/2009

- é a primeira pessoa a escrever a respeito do inconsciente, a primeira a explicar o que está no inconsciente e a importância que ele vai ter na vida adulta, no comportamento, na personalidade e na psique.

- traz um novo olhar sobre o comportamento humano.

- propõe uma teoria a respeito do funcionamento da psique

- é o gestor da “criança” psicanálise

Fonte: Fátima Mora, 10/02/2009


Freud – nascimento

24/05/2009

Quando a criança está na barriga, ela está em situação ideal.

A criança nasce nua, lhe cortam o cordão umbilical e ela não é alimentada quando quer.

É no nascimento que ocorre o primeiro sintoma neurótico: a ansiedade de nascer, que é o primeiro desconforto da existência (= a dor no pulmão, por ele ser aberto para respirar).

fonte – aula 1 – Fátima Mora


Lacan

23/05/2009

trabalhava com linguística.

 

fonte: aula 1 – Fátima Mora


Psicanalista integrativo – Características

16/05/2009

é o fiel depositário dos discursos do seu cliente

é o responsável por estar estudando as possibilidades de cura do seu cliente

deve possuir:

modernidade

mente aberta

percepção de mercado

flexibilidade psíquica para se abrir ao novo, a novos desafios

é uma pessoa em constante transformação assim como o corpo

é em essência um pesquisador

alguém em eterna busca, que não se conforma com as coisas

busca novos – mercados

                  – técnicas

                  – tecnologias

                  - formas de saber

                  – formas de educar

democrata

está em constante transformação assim como o corpo físico, que renova diariamente as células

se permite estudar novos fenômenos

está em pulsão de vida

tem o coração disposto a aceitar todos os sentimentos

ajuda os outros seres humanos a sairem das angústias

tem que ter momento de felicidade e levar para os outros através de sentimentos

 fonte: 17/02/2009 – Fátima Mora, 31/03/2009 – Fátima Mora


Klein

16/05/2009

A técnica em Psicanálise infantil –  método clínico de Klein e seus seguidores, acentuava a importância do trabalho exaustivo de interpretação em análise de crianças, visando à decodificação do significado da brincadeira desenvolvida na sessão analítica.

Referências:

KLEIN, M. Uma contribuição à psicogênese dos estados maníaco-depressivos. In:

KLEIN, M. Contribuições à Psicanálise. Tradução M. Maillet. São Paulo: Mestre Jou, 1981, p. 354-389-

Fonte: 

O lugar do brincar na psicanálise de crianças – Psicologia: Teoria e Prática – 2003, 5(1):71-79 79 – Eliana Marcello de Felice,  e- mail: eliana.felice@saofrancisco.edu.br – Universidade São Francisco


Balint

16/05/2009

Esse fracasso ou deficiência original gera um sentimento de falta relacionado ao que Balint (1993) denominou de falha básica. Trata-se, segundo esse autor, de uma área da mente cuja origem se situa em uma discrepância, nas fases formativas precoces do indivíduo, entre suas necessidades biopsicológicas e o cuidado material e psicológico, juntamente com a afeição disponível em momentos importantes. Para Balint, uma falha básica talvez possa apenas ser preenchida desde que os ingredientes que estejam faltando possam ser encontrados e, mesmo assim, apenas em quantidade suficiente para preencher o defeito, e poder cicatrizá-lo.

 Referências: BALINT, M. A falha básica: aspectos terapêuticos da regressão. Tradução F. F. Settineri. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

Fonte:  O lugar do brincar na psicanálise de crianças – Psicologia: Teoria e Prática – 2003, 5(1):71-79 79 – Eliana Marcello de Felice,  e- mail: eliana.felice@saofrancisco.edu.br – Universidade São Francisco


Safra

16/05/2009

A possibilidade de viver uma experiência na “realidade” pareceu o fator verdadeiramente terapêutico e mutativo em seu processo. O trabalho analítico se centrava menos sobre a análise de suas fantasias, desejos e vivências imaginárias, para tornar-se a experiência com um objeto real que lhe permitia viver experiências reais. Configurou-se uma situação que promoveu o encontro com um objeto que se apresentou diferentemente do objeto frustrante original, permitindo que se constituísse uma “lição de objeto” (SAFRA, 1995), isto é, um encontro com um objeto capaz de reorganizar, simbolicamente, a vida psíquica do indivíduo.

 

Referências:  SAFRA,G. Momentos mutativos em Psicanálise. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1995.

 Fonte:  O lugar do brincar na psicanálise de crianças – Psicologia: Teoria e Prática – 2003, 5(1):71-79 79 – Eliana Marcello de Felice,  e- mail: eliana.felice@saofrancisco.edu.br – Universidade São Francisco